Finanças


Juscimeira é a terceira cidade do Estado a implantar Nota Fiscal Eletrônica

A partir desta segunda-feira (14/01), o novo sistema de emissão de Nota Fiscal de Serviços Eletrônica (NFS-e) entra em funcionamento, o qual é composto por módulos que tornam as rotinas relacionadas às notas muitos mais simples. Apenas Cuiabá e Paranatinga possuíam esse sistema moderno em Mato Grosso.

De acordo com o secretário de Finanças, José Júnior Alves, as notas de prestação de serviços passam a ser online, moderna, inviolável. “Esse novo sistema permite o controle em tempo real das movimentações econômicas, conforme o padrão nacional, redução de custos de impressão e armazenamento. A NFS-e pode ser enviada por e-mail, consultada e reimpressa através de computadores, smartphones e tablets, explicou o secretário.

A apresentação da Nota Eletrônica foi realizada na última quinta-feira (10/01), com a participação de os contadores, empresários e entidades de classe que emitem nova fiscal no município. O encontro aconteceu no auditório da Prefeitura Municipal de Juscimeira.

Para o contador Demiro Alves da Silva, o qual tem escritório em Jaciara e atua em todo Vale do São Lourenço, o Juscimeira dá um grande avanço com a Nota Fiscal de Serviços Eletrônica, que proporcionará a prefeitura um gerenciamento melhor das suas receitas.

 “Até o momento, a prefeitura não tinha a retenção de Imposto Sobre Serviços, não tinha integração com o Simples Nacional, dentre outras ferramentas, como a integração com a rede SIM, Secretária de Fazenda (Sefaz), Receita Federal e Jucemat", disse o contador. 

O prefeito Moisés dos Santos destacou que, com a implantação da NFS-e o município deverá aumentar a receita, sendo que as transações com os cartões de créditos realizadas no município não estavam sendo repassadas quando o serviço era pago com o cartão.

“Com a mudança na cobrança do Imposto Sobre Serviços (ISS), que entrou em vigor desde o início do ano passado, os municípios que se modernizarem terão um alívio. Em média, a receita com esse tributo, que antes não retornava de forma justa, segundo pesquisa da Confederação Nacional dos Municípios (CMN), deverá aumentar mais de 20%” explica Moisés.

Ainda segundo explicou o prefeito, a cobrança deixou de ser feita no município de origem (sede da empresa do cartão) e passou a ser feita no destino. Isso significa que as empresas terão de recolher o ISS no local de prestação do serviço e não mais na sede da companhia.

"A mudança vale para as operações com cartões, leasing (arrendamento) e planos de saúde, e foi aprovada para acabar com a chamada guerra fiscal entre os municípios. Com isso, as empresas terão de recolher os valores a milhares de prefeituras", conclui o prefeito. 


Publicado em 14/01/2019

Fonte: Assessoria de Imprensa PMJ


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